Depressão major

Com base nestas perguntas rápidas poderá ter uma ideia se a Depressão Major pode ser algo que o esteja a afectar. De salientar que não é possível nenhum diagnóstico sem uma avaliação personalizada por um profissional de saúde, pelo que os resultados são apenas um sinal prévio quanto à possibilidade de presença desta perturbação.

Se assinalar que tem tido ideação suicida, em qualquer circunstância, por favor contacte-nos imediatamente ou outro profissional de saúde mental da sua confiança.

A prevalência a 1 ano da Depressão Major ronda os 7%, com diferenças elevadas por grupos etários e género. Assim, por exemplo, a faixa etária dos 18 aos 29 anos tem uma prevalência de depressão major 3 vezes superior à que se encontra nas pessoas com 60 ou mais anos. Há 1,5 a 3 mulheres afectadas por esta perturbação depressiva por cada homem.

Campos obrigatórios marcados com *

1.Durante pelo menos 15 dias, sentiu-se em baixo (triste, vazio, impotente) a maior parte do tempo? *
2.Nesse mesmo período de tempo, sentiu uma forte diminuição de prazer ou interesse na maioria das suas actividades habituais, de uma forma consistente? *
3.Assinale as situações que também ocorreram em simultâneo: *

2017-11-17T09:04:41+00:00Março 31st, 2017|Depressão|

22 Comments

  1. Ewelyn batista 25/01/2018 at 01:35 - Reply

    É possível ter dois tipos de depressão ao mesmo tempo?
    Tipo alguém que tenha os sintomas da depressão major e da depressão atípica?

    • Madalena Lobo 25/01/2018 at 19:07 - Reply

      Cara Ewelyn,
      Quem pontua nos critérios clínicos de depressão major, regra geral, também pontua nos critérios de depressão persistente. Não são duas depressões – é uma depressão major potencialmente, e que deverá ser avaliada por um profissional de saúde mental.
      Abraço

  2. henrique 21/01/2018 at 19:36 - Reply

    não sei nem o que escrever não quero me abrir com ninguém não gosto de falar nada sobre o que sinto tudo guardo pra mim e ja faz alguns anos que sinto uma dor muito grande por dentro pensar em suicídio faz parte da rotina pois sei que tudo se resolveria, mas deixaria a vida de algumas pessoas inclusiva da minha filha muito perturbada é a unica que me mantem sâ, mas meus pensamentos são muito conturbados não acho que alguém possa ajudar conheço um pouco da psicologia sou fascinado por ela mas sei que eu tenho que me abrir e isso não da não confio em ninguém há muita dor dentro, não consigo fazer minha esposa ser feliz e nem consigo ser.

    • Madalena Lobo 25/01/2018 at 19:10 - Reply

      Caro Henrique,
      O primeiro passo é o único que custa! Contar com alguém da sua confiança, treinado especificamente para o ajudar a ultrapassar essa dor é fundamental para voltar a ter uma vida tranquila e de bem-estar.
      Dê esse primeiro passo!
      Abraço

  3. Cristina Ferro 03/12/2017 at 15:57 - Reply

    Tentei o suicídio por enforcamento fique 4 dias na uti faço tratamento tomo clinasepan e fluoxecetina e médico de 3 em 3 meses.

    • Madalena Lobo 04/12/2017 at 15:58 - Reply

      Cara Cristina,
      Recomendo-lhe vivamente que dê início a um acompanhamento psicológico urgentemente.
      Votos de recuperação rápida.
      Abraço,

  4. LR 21/10/2017 at 18:29 - Reply

    Faz um ano e meio que me encontro nesse estado triste, caído, cansado…eu já não suporto mais. Depois de longos meses guardando tudo para mim, decidi dar início à um tratamento. Não vejo como um acompanhamento psicológico pode me ajudar, estou tão presa nisso que não vejo saída.
    Isso me mata, pois sou tão jovem, não deveria ser assim. Dei início à automutilação faz 8 meses e desde então não consigo mais parar… Se alguém tiver algum conselho (lógico ou emocional) eu agradeço.

    • Madalena Lobo 21/10/2017 at 18:35 - Reply

      Cara LR,
      É próprio dos estados de depressão a sensação de que não existe esperança nem solução; digamos que é uma artimanha do cérebro deprimido e algo que nos leva a acelerar a espiral negativa. Por isso, é importante ir recordando a si própria de que a depressão tem tratamento e é uma questão de tempo e tratamento eficaz. Mas isso significa que tem de manter o acompanhamento psicológico – uma doença não se trata com conselhos, nem lógicos, nem emocionais.
      Vai ficar bem! Votos de que seja rápido.
      Abraço

  5. Beatriz 08/10/2017 at 14:23 - Reply

    Faz cinco anos que estou sofrendo com isso tive altos e baixos e não aguento mais. Não consigo limpar minha casa ,não consigo estudar, não vejo mais sentido pra minha vida.

    • Madalena Lobo 08/10/2017 at 15:28 - Reply

      Cara Beatriz,
      É precisamente por isso que tem de dar início a um tratamento! Sugiro que marque consulta o mais rapidamente possível com um profissional de saúde mental.
      Votos de rápida recuperação.
      Abraço

  6. sahra 12/08/2017 at 01:44 - Reply

    sinto como nao fizesse sentido da minha existencia eu sinto um enorme vazio e uma enorme angustia e como se a tristeza ja fizesse parte da minha vida … eu nao vou falar os motivos por nao querer espor isso aqui, mais sofro.sofro muito e precisso de ajuda antes que seje tarde..

    • Madalena Lobo 12/08/2017 at 10:12 - Reply

      Cara Sahra,
      Pelo que diz, está a passar um mau momento, e deveria ser avaliado o que se passa para que se possa estabelecer um plano de tratamento. Da mesma forma que, se tiver um problema físico se dirige a um médico, neste caso deveria marcar consulta com um psicólogo.
      Votos de uma rápida recuperação!
      Abraço

  7. Fátima Robalo 06/08/2017 at 17:38 - Reply

    Tudo começou há 20 anos, com uma depressão pós-parto que foi ignorada pela minha médica de família.No ano seguinte fui enviada para as consultas de Psiquiatria e Psicologia do Hospital da minha cidade. Três psiquiatras depois, muita medicação e 8 anos tive um esgotamento cerebral com uma amnésia total que me atiraram para a Psiquiatria durante 3 meses.Continuei com muita medicação e com consultas mensais e 10 anos depois fui novamente internada, agora, com depressão major crónica, crises de ansiedade e ataques de pânico. Reformaram-me por invalidez e 3 anos depois, aqui estou eu, fechada em casa e fechada em mim. Deixei o meu marido e vivo com um filho de 8 anos que tem Asperger e PHDA.

    • Madalena Lobo 06/08/2017 at 20:02 - Reply

      Cara Fátima,
      Tem vivido 20 anos de pesadelo, por aquilo que conta. Mas, aparentemente, não teve apoio psicoterapêutico, o que deveria, em absoluto, ter acontecido! Temos todo o gosto em avaliar que soluções possam existir para retomar maior qualidade de vida.
      Abraço

  8. Andrea 24/07/2017 at 07:44 - Reply

    Tenho tido muitas perdas em todas as áreas importantes da vida. Por mais que tente,não estou conseguindo eguindo ter vontade de viver.

    • Madalena Lobo 24/07/2017 at 07:55 - Reply

      Cara Andrea,
      Uma depressão é difícil de ser ultrapassada sem tratamento especializado – não é uma questão de força de vontade, tal como ficar bem de uma perna partida também não o é. Por isso, a nossa recomendação é de que marque uma consulta para que possa haver uma avaliação do que se passa consigo e estabelecido um plano de intervenção.
      Abraço

  9. Luis santos 14/06/2017 at 10:02 - Reply

    penso que bati no funda desta vez.
    desgosto amoroso, extrema baixa autoestima e falta de confiança para dar a volta.
    de rastos…
    não penso em suicídio, mas a dor interna é extrema e incapacitante de me deixar dormir por exemplo.
    as noites são do pior. a solidão é constante.
    amei alguém que não me correspondeu, pois ela também tem um desgosto amoroso por outro.. no entanto prendeu-me pelo sexo, e sempre me procura.
    não consegui afastar-me, e sempre me deixo envolver que nem um cachorrinho. .
    ontem numa conversa de café, e num acesso de ciúmes, simplesmente porque era eu o condutor, terminei a conversa e “ordenei” que fossemos embora dali.
    atacou-me profundamente no meu âmago, e disse-me que não me quer voltar a ver, e está desiludidíssima comigo. tendo-me comparado a todos os outros com quem já esteve.. comparação do pior que possa haver.
    rebaixamento para lá do fundo do poço.
    estou de rastos.

    • Madalena Lobo 14/06/2017 at 11:08 - Reply

      Pelo que nos diz, está a passar um mau bocado complicado! A dor emocional, de uma separação ou rejeição amorosa, activa os mesmos circuitos cerebrais da dor física – é muito real e induz um sofrimento em tudo semelhante a um período de dor corporal, com a desvantagem de não conseguir ser aliviada com um simples analgésico. A boa notícia é que passa – com o tempo (dias, semanas) o organismo vai processando e digerindo aquilo que se passa e retomando a normalidade. A má notícia é que custa, origina sofrimento e convém ter algum apoio especializado.
      Naturalmente, que poderemos ajudá-lo a diminuir a intensidade e duração destes momentos de sofrimento, se assim for a sua opção.
      Entretanto, fazemos votos de que retome bem-estar o mais rapidamente possível.
      Abraço

  10. Fabiana Câmara 18/05/2017 at 13:43 - Reply

    Tenho me sentido muito mal. Não consigo fazer um acompanhamento psicológico por falta de condições. Gostaria de ajuda. Preciso de ajuda.

    • Madalena Lobo 18/05/2017 at 16:14 - Reply

      Iremos responder-lhe por email.
      Abraço,
      Oficina de Psicologia

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