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Oficininhas:


Tapete mágico - trabalhar a auto-estima
Falar de auto-estima é falar de algo que instintivamente reconhecemos, ainda que, por vezes, possamos ter alguma dificuldade em definir de uma forma concreta. Se a um adulto, problemas de auto-estima o podem limitar no seu bem-estar e nos papeis sociais e afectivos que opta por desempenhar, para uma criança os efeitos negativos são muito superiores. Contrariamente a um adulto, uma criança tem poucas experiências passadas que a ajudem a relativizar os insucessos, colocando-os numa perspectiva realista, e depende quase a 100% dos outros - família, professores, amigos - para a sua sobrevivência física e emocional, o que a torna especialmente sensível quando se auto-avalia negativamente, presumindo igual avaliação por parte dos outros.

É por este motivo que se torna tão importante trabalhar a auto-estima, desde o primeiro momento em que se notam sinais na criança de que algo possa estar não estar bem a este nível. Quando a criança começa a falar de si própria de uma forma demasiado auto-crítica, desvalorizando-se, se afasta dos outros (sobretudo dos amigos e colegas), se mostra entristecida e com falta de confiança nas suas capacidades, assume uma postura mais fechada e envergonhada em situações em que poderia demonstrar as suas aptidões e conhecimentos... Estes são alguns dos sinais que nos podem levar a pensar que seria uma boa ideia voltar a devolver-lhe uma visão realista e segura de si mesma.

O programa Tapete Mágico desenvolve-se em pequenos grupos de crianças dos 6 aos 11 anos, trabalhando vários temas de reforço da auto-estima, de uma forma divertida e usando a interacção de todos os participantes. Em encontros de hora e meia, reúnem-se semanalmente durante 2 meses (8 sessões), liderados por um psicólogo que os colocará num tapete mágico, capaz de os levar numa viagem de auto-conhecimento e de lhes devolver uma auto-imagem ajustada, segura e tranquila.

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João Sem Medo
Á medida que vão crescendo, as crianças vão-se confrontando com medos vários - faz parte do próprio desenvolvimento infantil e é assumido como algo de natural, que faz parte integrante das tarefas associadas ao crescer. No entanto, por vários motivos, há medos que se cristalizam no tempo, sem se resolverem naturalmente algum tempo depois de terem surgido. Há, igualmente, medos que não fazem parte habitual de uma determinada etapa de desenvolvimento, surgindo como muito específicos àquela criança. Nesta duas situações, convém procurar acompanhamento profissional para resolver o medo - os medos que não são resolvidos tendem a crescer e a tornar-se limitativos da actividade do ser humano.

O programa João Sem Medo desenvolve-se em pequenos grupos de crianças dos 5 aos 9 anos, ensinando, de uma forma divertida e usando a interacção de todos os participantes, a reconhecer o medo e a desenvolver estratégias eficazes para lidar com as sensações de medo. Em encontros de hora e meia, reúnem-se semanalmente durante 2 meses (8 sessões), liderados por um psicólogo que os conduzirá por diversas actividades que permitem à criança lidar com as situações que lhes provocam medo.

Se tiver dúvidas quanto aos medos dos seus filhos, pode descarregar aqui uma lista de medos habituais por faixa etária:

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Ou leia um pequeno artigo sobre a relação dos pais com o medo das crianças

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Ateliês do Crescimento

O crescimento tem os seus encantos e desafios, tanto para as crianças como para os pais. Por vezes, entre ensinamentos, sorrisos e brincadeiras, surgem as dificuldades, como se fossem uma subida muito íngreme onde custa pedalar. Não temos a varinha do Harry Potter, mas temos estratégias científicas e bem práticas, com resultados mágicos. Ateliês do Crescimento - Ateliês Práticos de Psicologia para as crianças e os pais vencerem os dragões e derrotarem as dificuldades, em conjunto.

Pais e filhos juntos em pequenos encontros que permitem uma aprendizagem comum e a reconstrução da dinâmica relacional. Muitos pais colocam-nos temas que se referem a assuntos de difícil gestão no dia-a-dia, como as birras ou a dificuldade em mobilizar as crianças para fazerem os trabalhos de casa ou, ainda, as resistências em ir para a escola.

Tratando-se de temas que resultam melhor se forem trabalhados no próprio contexto em que surgem, ou seja, no próprio relacionamento diário entre pais e filhos, a Oficina de Psicologia prefere provocar a mudança juntando pais e filhos num mesmo espaço de reflexão e aprendizagem, para uma maior rapidez e eficácia.

Os ateliers do crescimento estruturam-se em 4 sessões quinzenais, de cerca de 1 hora cada, com pais (ou os dois educadores principais) e a criança (entre os 5 e os 10 anos) em conjunto. Este conjunto de 3 pessoas - a unidade do crescimento - tem um espaço de partilha, definição de problema e ensaio de soluções em grupos com um máximo de 5 unidades familiares. O valor de cada sessão dá acesso à presença de 3 pessoas (a unidade do crescimento).

Birrix As birras
O semáforo da zanga Comportamentos de agressividade e zanga
Crescer é fixe Incentivar à autonomia
Lebres e tartarugas Fazer os trabalhos de casa depressa e bem
Abre-te Sésamo Comportamentos alimentares problemáticos
O patinho feio da timidez Timidez e insegurança: "Não sei", "Não consigo", "Não sou capaz"
Pinóquio Mentiras
A dança do sol e da chuva Enurese
Trampolim da coragem Sair da cama dos pais
Eu gosto da escola Fobias escolares

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Já consultou a informação relativamente ao acompanhamento individual de crianças?


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