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Adultos:


Problemas dos adultos
A título de exemplo dos casos mais frequentes que nos chegam, optámos por dar voz aos nossos clientes. Provavelmente, irá rever-se nalgumas das descrições, ou encontrar semelhanças entre aquilo que se passa consigo, e isso é um indicador seguro de que deve procurar ajuda. É provável, no entanto, que aquilo que o(a) aflige não esteja reflectido em nenhum dos exemplos que seleccionámos. Ainda assim, contacte-nos para uma avaliação do seu caso – as situações que temos vindo a tratar são tão diversificadas que seria impossível falar de todas.



 



Discurso directo
"Vivo com uma sensação de permanente intranquilidade, como se estivesse sempre alerta, na convicção de que está eminente uma qualquer catástrofe...;"

"Preocupo-me constantemente, a propósito de tudo – do trabalho, da escola, dos filhos, do futuro, da saúde, da vida e da morte. Por mais que tente, só com muita dificuldade consigo afastar as preocupações e, mesmo assim, é um alívio e pouca dura..."

"Eu estava bem, sabe? De repente, sem mais nem porquê, foi um calor insuportável, o coração a querer sair pela boca, tonturas, como se fosse desmaiar, um formigueiro, o braço a doer, dormente. Um terror! Pensei que morria. Já fiz vários exames médicos e dizem-me que estou bem, mas há uma parte de mim que se recusa a acreditar. O médico falou-me em ataques de pânico, disse-me que era ansiedade, mas como é que pode ser? É um descontrolo físico, uma morte que espreita, uma loucura que ameaça, e eu tenho medo. Muito medo. Até medo deste medo..."

"É-me muito difícil levantar-me da cama quando o despertador toca. Mais difícil ainda é percorrer o dia que me aguarda. O que, dantes, me dava prazer, agora, nem interesse me desperta e apenas quero estar só, deixar que as lágrimas me escorram, ficar na falta de esperança, ficar quieta e não sentir, nem a tristeza escura que se abateu sobre mim, nem o peso da angústia que repousa sobre o meu peito e me dificulta o respirar."

"Sempre fui um aluno muito razoável. Por vezes, até, um excelente aluno. Mas, na Faculdade, muitas coisas mudaram. A participação nas aulas, os trabalhos de grupo, as apresentações e as orais, a pressão dos exames e das notas. Agora, nas vésperas dos dias de avaliação, pouco ou nada durmo. Por vezes, passo o dia dos exames a vomitar – outras vezes corre melhor, e apenas me sinto indisposto, com suores frios e dores de cabeça. E bloqueio completamente, o que já me custou alguns embaraços. Tenho pensado em abandonar a Faculdade, acabar com esta tortura, mas, e o futuro???"

"Sempre fui reservado e tímido. Mas houve um momento em que percebi que havia qualquer coisa de excessivo na minha timidez. Talvez a sensação de corar subitamente quando encontro pessoas conhecidas, ou o facto de evitar todas as situações sociais ou onde possa encontrar pessoas conhecidas. Ao ponto de ter optado por actividades tão solitárias quanto possível. Infelizmente, a solidão dói-me, mas o medo de quebrar barreiras, de contactar pessoas, é demasiado para me permitir arriscar companhia."

"Eu sei perfeitamente que faço e penso algumas coisas estranhas, incontroláveis e que parecem, mesmo, bizarras. Coisas como ter de repetir algumas acções um número certo de vezes, ou lavar as mãos de cada vez que toco nalgumas coisas ou que tenho certos pensamentos, ou como nunca conseguir usar o primeiro lenço de papel que retiro do pacote, ou verificar várias vezes se as torneiras e a porta estão fechados. Muitas das coisas que se passam comigo, não as conto a ninguém, por vergonha e medo que achem que sou louco. Eu sei que penso e faço coisas estranhas e não percebo como não sou capaz de as evitar, porque me consomem tanto tempo, desgastam-me, preocupam-me, embaraçam-me... Quero parar e não consigo. Ajuda-me?"

"Cheguei a casa, num dia normal, depois de passar no supermercado e de ir buscar os miúdos. E foi nesse momento que a minha vida mudou... Ouvi coisas brutais do meu marido; sobretudo, ouvi que existia algo mais importante na vida dele, mais importante do que eu, do que as crianças, do que os projectos que sonhámos juntos. E, agora, há advogados e acordos de regulação paternal; há as perguntas das crianças, a preocupação com o seu bem-estar; há que explicar o que não consigo entender; há que refazer a vida; há a dor, a culpa, a desilusão, o desencanto. E com tudo isto que sei que existe, hoje, na minha vida, é da minha existência que não sei..."

"Há dias em que como descontroladamente, até ficar indisposta. Depois, odeio-me. E consigo conter-me na alimentação, até consigo fazer dieta; que termina com novos episódios de alimentação desregrada e que não consigo conter."

"Dói-me o corpo, dói-me a vida, dói-me o sono, que teima em não vir. Dói-me a incerteza e dói-me o espaço de um futuro que me constrange. Doem-me os fantasmas que deveriam ter ficado num passado que não escolhi. Dói-me o medo de estar só e o medo da companhia. Dói-me o presente, dói-me a alma, que não tem nem matéria que lhe permita doer, nem o direito de o fazer."




Situações frequentes
  • Perturbação do pânico
  • Agorafobia
  • Perturbação da Ansiedade Generalizada
  • Perturbação Obsessivo-compulsiva
  • Fobia Social
  • Depressão
  • Desordens alimentares
  • Apoio no divórcio e em rupturas relacionais
  • Ansiedade geral/stress
  • Fobias
  • Insónias
  • Problemas interpessoais
  • Desmotivação e cansaço




Leia testemunhos de alguns dos nossos clientes
 

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